A Vigilância Epidemiológica de Piracicaba confirmou nesta quinta-feira (28) o segundo óbito por febre maculosa neste ano. A vítima é uma criança, do sexo feminino, entre 1 e 9 anos, que morreu em julho. O primeiro caso fatal de 2025 havia sido registrado em junho.
A doença é transmitida pelo carrapato-estrela infectado pela bactéria Rickettsia rickettsii e tem maior incidência entre junho e novembro. Em Piracicaba, as margens do rio Piracicaba, do ribeirão Piracicamirim, da lagoa do Santa Rita, do Parque da Rua do Porto e do rio Corumbataí estão entre os locais considerados de risco, com placas de alerta instaladas pela Prefeitura.
A Secretaria de Saúde reforça que sintomas como febre, dor no corpo, desânimo, náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal devem ser investigados rapidamente, sempre informando se houve contato com áreas de risco. O tratamento precoce com antibióticos é essencial para evitar complicações graves e mortes.
Como prevenção, recomenda-se usar roupas claras e de mangas compridas em áreas arborizadas, evitar vegetação alta, verificar o corpo e animais após passeios e remover carrapatos imediatamente com pinça, sem esmagá-los.






